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Saúde

Outubro Rosa: a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama

Públicado em: 01/11/2013 às 07:35:02  
O Outubro Rosa é um movimento celebrado mundialmente que busca conscientizar a população a respeito da luta contra o câncer de mama, dando ênfase à importância do autoexame e da mamografia periódica em mulheres com mais de 40 anos.

De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), dentre os tumores, o câncer de mama é o que mais mata no Brasil. A prevenção é a grande arma no combate a doença, quanto mais precoce o diagnóstico, maiores as chances de cura.

A mamografia funciona como um raio x da mama, e permite a detecção precoce do câncer, ao mostrar lesões em fase inicial, medindo milímetros. Deve ser realizada anualmente por ou segundo recomendação médica.

Por lei, todas as mulheres a partir dos 40 anos têm direito à mamografia.

Lei 11.664, de 2008 Ao estabelecer que todas as mulheres têm direito à mamografia a partir dos 40 anos, a Lei 11.664/2008 que entrou em vigor em 29 de abril de 2009 reafirma o que já é estabelecido pelos princípios do Sistema Único de Saúde. Embora tenha suscitado interpretações divergentes, o texto não altera as recomendações de faixa etária para rastreamento de mulheres saudáveis: dos 50 aos 69 anos.

Fatores de risco

Idade - A maior parte dos cânceres de mama são encontrados em mulheres com 60 anos ou mais, porém atualmente é cada vez maior o número de jovens acometidas pela doença.

Câncer de mama prévio - Mulheres que já sofreram um câncer de mama apresentam maior risco em comparação àquelas que não tiveram.

História familiar de câncer de mama - Quando um parente de primeiro grau como mãe, irmã ou filha tiveram câncer de mama, representa um risco 2 a 3 vezes mais elevado de desenvolver esse tipo de câncer ou de ovário.

Gene do câncer de mama - Quando uma mulher possui um dos genes implicados no desenvolvimento do câncer de mama possui chances mais elevadas de desenvolver a doença.

Uso de contraceptivos orais ou terapia de reposição hormonal com estrogênio - A maioria dos estudos relacionam apenas o uso prolongado de reposição hormonal e o risco de desenvolvimento do câncer. Contraceptivos orais não causam câncer de mama.

Obesidade após a menopausa - O risco é um pouco mais elevado para as mulheres obesas na pós-menopausa, embora não existam ainda estudos que comprovam que uma dieta gorda contribui para o desenvolvimento do câncer de mama.

Curiosidades

Silicone Não atrapalha na visualização dos nódulos no exame de mamografia.

Pílula Anticoncepcional Não existe ainda nenhum estudo que comprove que a pílula contribui no desenvolvimento da doença.

Amamentação Diminui entre 10% e 20% os riscos de a mãe ter a doença. Enquanto o bebê suga o leite, o movimento promove uma espécie de esfoliação do tecido mamário por dentro. Assim, se houver células agredidas, são eliminadas e renovadas.



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